Consultoria Britech · Não são os agentes, são os gates.

DAG: Desenvolvimento Autônomo Governado

No uso comum de IA, o desenvolvedor conduz cada passo e a IA sugere. No DAG é o contrário: o agente faz a tarefa inteira — da especificação ao código revisado, publicado e testado — e as pessoas decidem nos gates.

Spec, código e deploy por agentes
4 revisões independentes
Revert automático

O que é o DAG

O DAG é o harness que o Alexander Brito construiu e usa em produção: autonomia para os agentes, governança nos gates, decisão com as pessoas.

Autonomia sem gate é dívida técnica em velocidade industrial. O que torna o DAG replicável não são os agentes — é o conjunto de gates que decide o que avança.

Veja o DAG funcionando

Uma tarefa atravessando o fluxo inteiro, dos agentes aos gates em que as pessoas decidem.

O DAG em 1 minuto e meio · Vídeo com narração · 1min34s
Como funciona

Uma tarefa, do início ao fim, sem ninguém conduzir cada passo

Dois gates humanos nas pontas; entre eles, o agente executa e os gates automáticos decidem o que avança.

  1. 01

    Gate de entrada

    Alguém do time prioriza a tarefa e diz "pode ir". O agente não escolhe o que fazer.

    Pessoa decide
  2. 02

    Especificação

    O agente escreve a spec com critério de aceite executável, antes de qualquer linha de código.

    Agente executa
  3. 03

    Código

    Implementação num ambiente isolado por tarefa, com lint, build e testes rodando a cada passo.

    Agente executa
  4. 04

    4 revisões independentes

    Quem implementa não verifica. Quatro revisões separadas, uma delas feita por um modelo de outro fornecedor.

    Agente executa
  5. 05

    Deploy

    Merge e publicação no ambiente de desenvolvimento só com todos os gates automáticos verdes.

    Agente executa
  6. 06

    Testes Playwright

    Testes ponta a ponta no ambiente real. Se algo reprova, o próprio DAG faz o revert automaticamente.

    Agente executa
  7. 07

    Gate de homologação

    A pessoa recebe a entrega pronta, com a prova de cada item, e decide se aceita.

    Pessoa decide

Os agentes executam. Você decide nos gates. Entre um gate humano e outro, cada passo só avança se os gates automáticos estiverem verdes.

Os gates

Seis gates automáticos entre o “pode ir” e o aceite

Nenhum depende da boa vontade do agente: todos são verificações executáveis, com critério de aprovação explícito.

  1. Gate 1

    Verificação única

    Lint, build e testes num comando só, igual para agente e para gente. Vermelho não passa.

  2. Gate 2

    Critério de aceite executável

    O "pronto" é definido na spec como algo que roda, não como opinião.

  3. Gate 3

    Cobertura item a item

    Cada item do escopo precisa de prova. Entrega parcial com teste verde não conta como entregue.

  4. Gate 4

    Régua de severidade

    Achados críticos ou altos em qualquer revisão seguram o merge até serem resolvidos.

  5. Gate 5

    Verificação independente

    Revisores separados de quem implementou, incluindo um modelo de outro fornecedor.

  6. Gate 6

    Revert automático

    Se os testes ponta a ponta reprovam depois do deploy, a mudança é desfeita sozinha.

Diferente de só usar um assistente de código

O que o DAG faz que um agente sozinho não faz

O agente não escolhe a tarefa

A fila é determinística e vem do tracker do time. Prioridade é decisão humana.

Quem implementa não verifica

Quatro revisões independentes, uma delas por um modelo de outro fornecedor, para não repetir os mesmos pontos cegos.

Prova de entrega, não só teste verde

Critério de aceite executável e cobertura do escopo item a item antes do merge.

Guardas em código, não em prompt

Bloqueios automáticos de comandos destrutivos, vazamento de credenciais e logins interativos.

Cada gate tem um incidente atrás

As regras nascem de falhas reais e são revistas a cada ciclo. O harness aprende com o uso.

Executores intercambiáveis

Funciona com diferentes ferramentas e fornecedores de IA, com troca automática quando um deles falha.

Resultados

Em produção no CRM Renke

Números do tracker do cliente, comparando uma janela antes e outra depois do DAG em escala.

Frente principal do CRM

Horas estimadas entregues por mês

16hpara194h
≈ 12×

Ciclo mediano por tarefa

22 diaspara12 dias
−45%

Tarefas entregues por mês*

13,5para98

Desenvolvedor de outra vertical, após ~10 dias de DAG

Ciclo mediano por tarefa

2,7 diaspara1,3 dia
−52%

Tarefas entregues por mês*

17para80

* O DAG divide o trabalho em subtarefas, o que infla a contagem de tarefas. Por isso lideramos com horas estimadas (soma das estimativas das tarefas entregues) e ciclo mediano. Janelas da frente principal: antes = jan e abr–jun/2026; depois = ago–set/2026. Outra vertical: antes = jan–ago/2026; depois = set/2026, com cerca de 10 dias de DAG — sinal forte, mas ainda cedo.

Ler o case completo
Implantação

O que muda para o time — e o que você recebe

O papel do time sai de digitar e revisar código linha a linha para definir critério, priorizar e homologar. A implantação é conduzida junto com vocês, no seu ambiente.

A implantação entrega

  • DAG instalado e configurado no seu repositório, tracker e pipeline
  • Régua de severidade e gates adaptados ao domínio do seu produto
  • Linha de base de métricas e painel de acompanhamento antes/depois
  • Playbook de operação e treinamento do time nos gates humanos
  • Piloto medido em um fluxo real, com relatório de resultados

Pré-requisitos

  • Repositório versionado (Git) e um fluxo de pull requests
  • Tracker de tarefas em uso pelo time
  • Build e testes que rodam de forma automatizada (ou disposição para criar)
  • Um ambiente de desenvolvimento ou homologação separado da produção

Falta algum? O diagnóstico mostra o caminho mais curto para chegar lá.

Descubra em 30 minutos onde o DAG destrava o seu time

Uma conversa objetiva sobre o seu fluxo de desenvolvimento atual, onde os gates fazem diferença e qual seria o primeiro piloto. Gratuita e sem compromisso.